domingo, 21 de abril de 2013

CORTAR AS UNHAS DO SEU GATO


Nenhum gato gosta de cortar as unhas, mas se o habituar desde pequeno a essa rotina, ele acaba por se acostumar. Não há idade para começar a cortar as unhas do bichano. Antes que ele comece a magoar ou a fazer estragos, pode iniciar a manicure.

Pode cortar as unhas do seu gato em casa com bastante facilidade, mas convém que veja o seu veterinário ou alguém com experiência a fazê-lo primeiro, para que possa observar a técnica. Se tiver ajuda, tanto melhor!
Pode utilizar um corta-unhas normal, mas o ideal será que tenha um próprio para o efeito, pois são mais práticos e evitam que as unhas lasquem e magoem o seu peludinho.




O ritual deve ser realizado num ambiente de tranquilidade: coloque o seu gato ao colo e dê-lhe miminhos. Fale para ele com carinho, para que se mantenha calmo. Coloque-o numa posição que seja confortável para ele, mas prática para si.
As unhas dos gatos são diferentes das nossas por estarem ligadas ao osso da falange. São irrigadas por vasos sanguíneos que não deverão ser cortados, pois isso provocaria sangramento e dor.
Por isso, para saber até onde cortar, deverá pressionar levemente a ponta da pata para expôr as unhas.
Em gatos de unhas claras, é muito fácil ver até onde se pode cortar, pois o sabugo é notoriamente visível.
Deve cortar cerca de 2 ou 3 milímetros abaixo do sabugo com um golpe rápido e preciso, para evitar que a unha lasque ou que o bichano se mova.



Em gatos de unhas escuras é mais difícil encontrar a linha de corte da unha. Por isso, vá cortando pouquinho de cada vez para não o magoar.

Se o gato entrar em pânico, não o aperte nem insista forçosamente, deixe que ele se acalme, dê uma guloseima ou miminhos , assim que ele estiver mais tranquilo, retome a sessão.

Caso algum acidente aconteça, não entre em pânico! Coloque e segure um algodão com água oxigenada sobre a unha e espere até que a hemorragia estanque. Mas será melhor deixar as outras unhas para uma altura em que o gato já tenha esquecido o episódio.

AS UNHAS DO GATO




As unhas dos gatos são uma das suas ferramentas mais importantes. O gato usa-as diariamente para praticamente tudo ao longo da sua vida: trepar, capturar presas, defender-se, correr, andar, marcar território, libertar-se do stress e exercitar-se. As suas unhas são retrácteis.



Os humanos devem aprender a compreender e respeitar as unhas dos gatos como parte da sua natureza.
Os gatos não são maus nem têm intenção de destruir quando afiam as garras nos sofás ou cortinados lá de casa. O que eles estão a fazer é manter as suas unhas afiadas para as necessidades do dia-a-dia, tal como nós o fazemos quando limamos ou aparamos as nossas próprias unhas. Para além disso, outra das razões que os leva a arranhar alguns objetos é a marcação do seu território, o que conseguem espalhando o seu cheiro através das glândulas existentes nas patas.
Quando os gatos afiam as suas unhas, libertam as camadas superiores das unhas, já gastas, que normalmente podemos encontrar junto dos sofás ou tapetes. Têm o feitio da unha ou de lascas de unha, normalmente transparentes.
Ao afiar as unhas, o gato está também a exercitar-se, fortalecendo os músculos das patas anteriores e dos ombros, bem como das costas.
Ao gritar com ele para que não afie as suas unhas, estará a confundi-lo, uma vez que é um comportamento normal da sua natureza. É necessário educar o gato caseiro a afiar as unhas no local certo e tomar algumas medidas preventivas. No entanto, se o seu gato anda no exterior, lembre-se de que lhe estará a retirar formas importantes de defesa.

O que fazer?

Para evitar puxões nas cortinas ou rasgões nos sofás, há algumas medidas preventivas que pode adoptar, satisfatórias tanto para si como para o seu bichano.

Pode optar por cortar as unhas do seu gato. Cortar as unhas não vai fazer com que ele deixe de as tentar afiar, mas sim fazer com que os estragos não sejam tantos. Não vai conseguir fazer puxões ou rasgões, nem magoar quando anda a brincar. Pode aparar-lhe as unhas em casa ou, se não se sentir à vontade, levá-lo à sua clínica veterinária.


Oferecer-lhe um poste de arranhar. Pode fabricar ou comprar um poste de arranhar para o seu gato, tendo em conta que deve ser alto o suficiente para ele se poder esticar ao afiar as unhas e resistente o suficiente para que não tombe, assim que o gato aplicar força nele. Há à venda, nas lojas de animais ou supermercados, postes de arranhar muito diversificados a preços para todas as carteiras. São normalmente feitos de madeira e revestidos a cisal e alcatifa. Se habituar o seu gato desde pequeno a este poste, certamente que ele não se irá sentir tão tentado a afiar as unhas na mobília.


Aplicar unhas de gel. Apesar de ser um método ainda pouco divulgado em Portugal, pode aplicar unhas de um material suave e mole nas unhas do seu gato, que vão funcionar como proteção para os seus móveis, tendo também um efeito estético. Conhecidas como Soft-Paws ou Soft-Claws, há de variadas cores, ao gosto de cada dono. Pode informar-se através da internet ou no seu veterinário deste método, que também pode ser aplicado por si, em casa.


Em adição, pode optar por aplicar odores cítricos ou pimenta nos locais onde não quer que o seu gato afie as unhas, ou desencorajá-lo com um «não» firme ou um som que ele não goste, como bater palmas. Pode também colar fita-cola de duas faces nos locais onde ele afia as unhas, uma vez que gato não gostam da sensação pegajosa da fita-cola. Pode também atirar-lhe uma borrifadela de água. Há nas lojas de animais ou supermercados sprays com odores próprios, quer para repelir, quer para atrair os gatos, que pode usar em sua casa. Nunca lhe bata, pois passará a ter medo de si!

Mas sempre que ele afiar as unhas no local correto, também o deve presentear com uma guloseima ou um carinho, acompanhados de palavras de aprovação. Deve impregnar com erva dos gatos, ou outro spray próprio, os locais onde o gato pode afiar as unhas livremente, como nos postes de arranhar. Depressa entenderá que se comportou bem.

Se utilizar as técnicas descritas, como animal inteligente que é, o gato rapidamente perceberá onde deve e onde não deve afiar as unhas.

LEMBRE-SE: REMOVER AS UNHAS DO SEU GATO NÃO É UMA BOA SOLUÇÃO.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

DISTINGUIR O SEXO DOS GATINHOS BEBÊS


Distinguir o sexo de um gatinho bebê nem sempre é fácil, especialmente se não tivermos qualquer ponto de referência. No entanto, há algumas diferenças entre os machos e as fêmeas, mesmo recém nascidos, que podem ajudar a distinguir o sexo dos gatinhos.
Observando os órgãos genitais destes gatinhos bebês com cerca de 3 semanas de idade, podemos visualizar as diferenças:



Esta imagem corresponde a um gatinho bebê macho. Na imagem, é possível visualizar o escroto, onde se localizam os testículos, logo abaixo do ânus. Nesta idade, ainda não se encontram desenvolvidos. O espaço entre o ânus e o pênis é significativamente maior que entre o ânus a e vulva nas fêmeas. Por norma, o feitio do orifício do pênis assemelha-se a um ponto.




Esta imagem corresponde a uma gatinha bebê fêmea. Como podemos observar, o espaço entre o ânus e a vulva é bastante mais pequeno do que o espaço que observamos no macho. Por norma, o feitio do orifício da vulva é mais comprido e assemelha-se a um tracinho, ou a uma vírgula.

Ocasionalmente, a cor da pelagem pode dar indicações sobre o sexo do gato.
Os animais com 3 cores (preto, branco e laranja), denominados tartarugas tricolores, são quase sempre fêmeas (99% dos casos).



Por outro lado, os gatos amarelos são maioritariamente machos. Apesar disso, existe a probabilidade de serem fêmeas, não sendo este o melhor método para distinguir o sexo dos gatos.


COMO SABER A IDADE DO SEU CÃO EM RELAÇÃO AO HOMEM


Muitas pessoas pensam que os cachorros envelhecem 07 anos para cada ano humano, mas esta comparação do envelhecimento entre os cães varia de acordo com a idade e com o porte do animal.

Todos os cachorros envelhecem muito mais rápido nos primeiros 02 anos de vida , em média o equivalemnte a 16 anos no primeiro ano e completando a idade de 24 anos no seu segundo aniversário. 

A partir do terceiro ano esta contagem varia de acordo com o tamanho do animal, para raças pequenas e médias, o cão envelhece 05 anos civis para cada ano canino. Para as raças grandes 06 anos para cada ano civil e, por fim, as raças gigantes envelhecem 07 anos para cada ano humano.

Como descobrir a idade de um cão adotado ou cão de rua?
  
Existem algumas dicas que ajudam as pessoas a identificarem a idade dos cães:
Dentes: o cachorro faz a troca dos dentes de leite pelos dentes permanentes no 7º mês. Um cachorro com dentes brancos e limpos provavelmente posssui 01 ano ou menos de vida. Apartir do segundo ano os dentes do cão tendem a ficar amarelados Se perceber que além de amarelados, os dentes possuem tártaros, então a idade pode estar entre 3 e 5 anos. Agora se o cão estiver faltando dentes é bem provavel que ele já seja um idoso.

Pelagem: os cachorros jovens apresentam pelos mais finos e macios enquanto os cães adultos apresentam pelagem mais grossa e oleosa e os cachorros mais velhos apresentam manchas brancas em sua pelagem e, principalmente, em volta do focinho.

Tabela de comparação de idade canina com idade humana



A DENTIÇÃO DOS GATOS






Tal como acontece nos humanos, os gatinhos nascem sem dentes. Apresentam apenas uma gengiva rosadinha e tenra, de modo a poderem mamar sem ferir as maminhas das mães. Se isto acontecesse, as feridas poderiam impedir que os gatinhos mamassem, o que levaria à sua morte por subnutrição. Também como nos humanos, os gatos apresentam duas dentições: a de leite e a definitiva.

A dentição de leite (também denominada de láctea ou decidual) começa a nascer quando os gatinhos têm cerca de duas semanas de idade, mas cada gatinho tem o seu ritmo de desenvolvimento. A partir desta altura, os gatinhos começam a deixar de mamar e passam a poder consumir alimentos sólidos, que devem ser introduzidos gradualmente. Ao fim do primeiro mês de vida, já quase todos os dentinhos irromperam e os últimos devem nascer até às 6 semanas de idade. São pequenos, mas bastante afiados e resistentes e devem totalizar 26 dentes: 12 pequenos incisivos (6 em baixo e 6 em cima), 4 caninos afiados (2 em baixo e 2 em cima) e 10 pré molares (4 em baixo e 6 em cima).

A dentição definitiva (ou adulta) começa a irromper por volta dos cinco meses de idade. É composta por 30 dentes, mais 4 molares (2 em baixo e 2 em cima) do que na dentição de leite.
A fase de transição deve ser acompanhada pelos donos dos bichanos, visto que pode acontecer que os dentes, especialmente os caninos, se sobreponham, o que pode originar inflamação das gengivas e dores.
Normalmente os donos não se apercebem desta transição, pois muitas vezes os animais engolem os dentes. No entanto, isto não lhes é prejudicial.




Cuidados com os dentes

O cuidado com os dentes é essencial para preservar a boa saúde do seu gato. O gato com problemas dentários apresenta perda de apetite, uma vez que tem dores ao comer. Tártaro, doença periodontal, desgaste do esmalte, perda de dentes e úlceras na boca são geralmente os maiores problemas que surgem na boca do gato e são também causadores de mau hálito. Os gatos com uma dentição em más condições podem babar-se ou deixar cair comida enquanto mastigam.

Para evitar que o seu bichano desenvolva qualquer um destes problemas, há certos cuidados que pode ter, apesar de que nem todas as situações conseguem ser evitadas. Como acontece com a maior parte das doenças, o melhor é mesmo a prevenção.
Para melhorar a saúde oral do seu gato, pode lavar-lhe os dentes com escovas e pastas próprias para felinos. Nunca use uma pasta de dentes para pessoas! Esta é prejudicial para a saúde do gato!
Pode comprar este tipo de artigos em lojas próprias para animais ou até em clínicas veterinárias.

O tipo de alimentação também é determinante para a saúde oral do seu bichano. Um gato que se alimente de carne terá mais tendência a ter mau hálito. Deverá alimentar o seu gato com ração seca, que ajuda a que a placa bacteriana não se instale com tanta facilidade. Há ração seca própria para ajudar a combater esta placa bacteriana, que é estaladiça mas esponjosa, actuando quase como uma escova de dentes. No entanto, se o seu gato não tem o hábito de mastigar bem a comida, esta não será a melhor solução...
Existem produtos feitos à base de substâncias enzimáticas que também ajudam a combater a placa bacteriana e que normalmente são bem aceites pelos nossos amigos felinos. São muito apetecíveis e podem ser vistos como recompensa, pelo que são uma boa solução. São vendidos em lojas próprias para animais ou em supermercados sob a forma de biscoitinhos, rebuçados ou até mesmo pasta em gel.
Há também aditivos para dissolver na água que ajudam a combater a placa bacteriana e evita que as bactérias da boca se multipliquem. Estes aditivos, no entanto, não deverão ter odor ou sabor, pois o gato pode recusar-se a beber a água e provocar desidratação.
Seja qual for a forma que encontre para combater estes problemas, mantenha sempre a saúde oral do seu bichano sob vigilância.